sábado, 24 de abril de 2010


TESTEMUNHO

Vida! Caminho deserto onde ando;
Agreste de sentimento amargo...
Vales e ondas, inútil, vai vagando,
Aos pés de mim o amor que trago!

Existência! Não sei eu até quando...
Advirá em águas o grande lago;
Baldadas lágrimas, rio dum afago;
Estrada infinita que vou rogando...

Balbucio demência, já a tanta dor...
Voz oculta em meio à sombra fria,
Já não me vale o temor dum grito.

Brado que não mais ouve o amor
Sob as rochas quietas à luz do dia,
Dentre à luz do sol, que já é mito!

(Poeta- Dolandmay)

3 comentários:

  1. Meu amigo
    Nem sabe quanto o seu belo poema, falou de mim.
    Muito belo.

    Beijinhos
    Sonhadora

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  2. PARABENS POETA!
    LINDO TEU BLOG!
    SEM CONTAR QUE TUAS POESIAS SÃO BELISSIMAS!
    SUCESSO!
    BEIJINHOS DA TUA FÃ

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